Assembleia Docente da UFRGS delibera pela mobilização contra a Reforma Administrativa

Em um posicionamento firme e unificado, a Assembleia Geral da Seção Sindical do ANDES-SN na UFRGS, realizada nesta quinta-feira (04) deliberou por uma série de ações de mobilização intensiva contra a Reforma Administrativa. A decisão reforça o compromisso da categoria em defender o serviço público e os direitos dos servidores, alertando para os graves desafios que a proposta governamental impõe.

A avaliação dos docentes é clara: barrar a Reforma Administrativa exigirá um alto nível de mobilização e luta de todos os servidores. A proposta é vista como uma ameaça direta à qualidade dos serviços públicos, à estabilidade e aos direitos de carreira, elementos fundamentais para o funcionamento das instituições de ensino superior, como a UFRGS.

Durante a Assembleia, foram aprovadas as seguintes deliberações para intensificar a resistência:

 

– Rodas de Conversa nos Campi: A realização de rodas de conversas em todos os campi da UFRGS ao longo do mês de setembro, com o objetivo de aprofundar o debate sobre os impactos da reforma e conscientizar a comunidade acadêmica e a sociedade;

– Elaboração de Materiais Informativos: Produção de conteúdo didático e esclarecedor sobre os pontos críticos da Reforma Administrativa, visando munir a população de informações precisas para a compreensão da pauta;

– Articulação para Atividades Públicas: Fortalecimento da articulação com outros sindicatos, entidades e movimentos sociais para a organização de atividades públicas de mobilização, ampliando o coro de oposição à proposta;

– Reforço à Chamada do Plebiscito Popular: Incentivo massivo à participação no plebiscito popular, ferramenta democrática para expressar o repúdio coletivo à Reforma Administrativa e legitimar a voz da sociedade civil. Vote clicando AQUI.

A luta docente da UFRGS se soma aos esforços de diversas categorias e movimentos em todo o país que resistem às propostas de desmonte do serviço público. A expectativa é que as ações deliberadas ampliem a conscientização e a pressão social necessária para barrar a tramitação da reforma.